BRIAN HEAD (Ex KORN) - TESTEMUNHO - I am Second (Legendado)  

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Brian Phillip Welch (19 de junho de 1970 em Torrance, Califórnia), conhecido por "Head", é um guitarrista dos E.U.A., conhecido por ter sido membro fundador e ex guitarrista da banda Korn, uma banda ganhadora do Grammy e bastante influente no movimento nu metall. Além de guitarrista Welch também era vical de apoio da banda. Em 20 de fevereiro de 2005, Head anunciou em uma rádio dos Estados Unidos sua saída da banda após converter-se ao Cristianismo, notícia confirmada pela banda logo após.
wikpedia

Welch se converteu a Cristo e, em Fevereiro de 2005. deixou a banda alegando que o fato de ter se convertido
tornava impossível continuar a tocar as músicas do Korn e viver o estilo de vida da banda.
Após deixar seu posto de guitarrista, Welch passou um bom tempo em uma organização cristã fundamentalista em Bakersfield, Califórnia, chamada
Valley Bible Fellowship. Além disso, ele também começou a trabalhar em um CD solo, chamado "Save Me From Myself".

UM PECADO CHAMADO FOFOCA  

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Um experiente pastor escreveu: O prato do dia em muitas mesas caseiras é a vida alheia. Alguém falou descuidadamente que – com freqüência a sua família, quando está reunida, almoça e janta sempre o mesmo cardápio: falar mal dos outros, como um condimento a mais. Como é difícil não fuxicar. Deve haver alguma atração doentia para o assunto, pois vira e mexe alguém é jantado com molho forte de pimenta e tudo. E como disse W. Knight, “não há maledicentes ociosos. Eles estão sempre ocupados”. Portanto, como um mal pecaminoso, a fofoca tem que ser vista em seus estágios:

I - IGNORÂNCIA

Significa que não sabemos o que é, seu perigo, como se processa, nem como fazer para evitar ou tratar. “Ora, a língua é fogo; é mundo de iniqüidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como é posta ela mesma em chamas pelo inferno” (Tiago 3:6).

1 - Definindo: “Língua” - O uso que fazemos de nossas palavras, falando, ouvindo, concordando, omitindo-se, ou reforçando com atitudes e gestos.

2 - Identificando “o aproveitador” - 2 Coríntios 2:10-11.

3 - Conhecendo os males do mau uso da língua:

a) Separa os melhores amigos - Provérbios 16:28
b) Ferem mortalmente - Provérbios 18:21
c) É venenosa - Salmo140:1-3
d) É destruidora - Provérbios 11:9
e) Vem de um coração mau - Mateus 1:18-19

4 - Sabendo como se processa:

a) Palavras más - Salmo 109:20 (expor defeitos de uma pessoa a outra)
b) Cochichos - Salmo 41:6-8 (expor erros cometidos)
c) Falar coisas ruins na ausência da pessoa - Romanos 1:30 “Não diga nada de um irmão, se você ainda não disse na frente dele e resolveu o assunto” (A. W. Tozer)
d) Espalhar suspeitas - 1 Timóteo 6:4
e) Mexericos - Levítico 19:16 (conversar da vida alheia: “atentar contra a vida do próximo”)
f) Tagarelice ou fofoca - 1 Timóteo 5:13 (ouvir e espalhar boatos)
g) Julgamentos sem misericórdia - Tiago 4:11-12

5 - Entendendo que há problemas interiores em quem faz mau uso da língua - Hebreus 12:15 (pessoas assim demonstram insatisfação pessoal, inveja, auto-rejeição, transferência de culpa, etc.).

II - CONTATO

Nossa velha natureza é atraída por uma aproximação de tecer ou ouvir comentários negativos acerca de outra pessoa - Provérbios 18:8 e 26:22.
São conhecidas as estratégias de quem quer espalhar alguma coisa de alguém, pois geralmente ela sonda a pessoa antes de fazer o comentário:

- Pergunta a sua opinião sobre alguém... ou faz um pequeno comentário para saber a sua reação...
- Faz uma pergunta: Você sabe o que fez o fulano? O que você acha daquele assunto? Você não imagina o que ouvi sobre ele...

- Eu queria que você me aconselhasse nesse assunto, pois fulano...

- Eu só falo isso com você, pois sei que você é de confiança...

Como, então, verificar a sinceridade e o temor do SENHOR?
Podemos ver como é difícil detectar se é DESCONHECIMENTO ou má intenção.
Portanto, eis algumas dicas de como abordar essas situações:

a) Pergunte: Por que você está me contando essas coisas dessa pessoa?
Aumentando o número de pessoas conhecedoras só trará mais complicações!

b) Onde você obteve essa informação? (a recusa em identificar a fonte é uma confirmação da maldade do comentário). O que essa pessoa pensa que está fazendo em espalhar isso?

c) Você já tratou disso pessoalmente com essa pessoa? E o que ela disse? Qual foi a sua conclusão? E agora, por que está me contando?

d) Olha, eu vou tratar disso com ela, posso dizer que foi você quem me contou?

III - CUMPLICIDADE

Isto acontece quando ouvimos comentários maldosos, julgamentos descaridosos de pessoas, boatos, suspeitas e mexericos, sem ter uma reação bíblica. Em 2 Samuel 15:1-6, há o registro da sutileza de como Absalão intentou contaminar Israel, para dividir o povo em prol de sua causa:

1 - Ele fez um pequeno grupo mais confiável - Vs. 1
2 - Ele quis mostrar serviço (mostrou energia e disposição inigualáveis) - Vs. 2 A
3 - Colocou-se disponível ao povo - Vs. 2 B
4 - Buscou os insatisfeitos - Vs. 3
5 - Sugeriu a incompetência do pai - Vs. 4
6 - Aparentou preocupação - Vs. 5
7 - Escondia o que realmente queria - Vs. 6

IV - ATIVIDADE MALDOSA COM OS LÁBIOS

É quando a pessoa começa a ser controlada mental e emocionalmente pela mesma má natureza de falar mal das pessoas e passa a ser um espalhador de assuntos alheios e contendas - Provérbios 26:22-25.

1 - A pessoa passa a ficar “viciada” neste tipo de conversa...

2 - Fica perita em julgar as outras pessoas: Julga comportamento, julga o que disse, julga até o que a outra pensou... O perigo que Tiago menciona é que ela quase se sente Deus e dona de todos os discernimentos, pois a todos julga - Tiago 4:11-12.

3 - Transmissão dos comentários a outros - Provérbios 16:27

4 - A pessoa, sem perceber, fica agindo de forma contrária aos ensinos de Deus, e, ao invés de ser restaurador de vidas, torna-se um realçador de pecados e ajudando a arruinar a vida de pessoas e até da igreja.

V - A SOLUÇÃO DE DEUS

Quando chegamos a este ponto, parece-nos que é impossível para nós até falar alguma coisa sem estar já pecando, não é? Mas essa é uma armadilha do Diabo. Ele é perito nisso. Foi assim que ele enganou, e Eva caiu em seu mau desígnio, conforme Gênesis, Capítulo 3:

a) Maximizando o mandamento - Vs. 3. Exagerando o mandamento.

b) Minimizando as conseqüências - Vs. 4. Negando o mal que o pecado acarreta.

c) Rotulando as razões do mandamento - Vs. 5. Dizendo que Deus está nos privando de algo bom, pois Deus está proibindo com algum outro interesse.

d) Embelezando o mal - Vs. 6 A . Tornando o pecado atraente, como isca da armadilha fatal.

e) Caindo no “Conto do Diabo” - Vs. 6 B. Desobedecendo, finalmente, a Deus. (Adaptado de Virkler, Hermenêutica, capítulo 8)

Vejamos o que o SENHOR Deus quer de Seus filhos:

1 - Devemos guardar nossa língua de falar dolosamente - 1 Pedro 3:10 e Tito 3:1-2. (a crítica tem que ser construtiva, pessoal, oportuna e amorosa; e deve doer em nós)

2 - Devemos rebater os comentários maldosos que ouvimos - Provérbios 25:23 e Salmo 15:4.

3 - Quando formos vítima, devemos reagir como “epieikes” (moderado), que não procura retaliação, mas busca reconciliação - 1 Coríntios 4:13.

4 - Tratar todas as histórias e boatos diretamente com a pessoa envolvida e seguir os passos de Mateus 18:15-17.

Sabemos que não é fácil lidarmos com a língua. Mas é uma área que temos que cuidar sob rigorosa vigilância, a fim de não cairmos nas ciladas do “acusador de nossos irmãos” - Apocalipse 12:10. Os santos são benditos por suportarem comentários maldosos (Mateus 5:11). Fica para todos nós a bem-aventurança do Salmo 15, conforme 2 Timóteo 2:21.

– Pr. José Nogueira –
Informissões
Ano XX - nº 671 • Fortaleza, 24 de Junho de 2007

O mercado e a alma  

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Confesso minha confusão, minha dificuldade em compreender o coração pós-moderno. Incluindo o meu.

O que tem me intrigado é a mistura de uma fé saudável com recusros espirituais inusitados.
Veja como nos presenteamos hoje em dia. Nada mais gostoso e legítimo que dar presentes. Vejo aí a graça da graça. No entanto, com o surgimento das listas de presentes de noivos, das "vaquinhas" dos amigos para dar um presente melhor, cartas a Papai-Noel, dos comerciais em que a mãe diz que, no seu dia, não vai aceitar nada menos que o produto anunciado, começo a ver desaparecer o encanto da graça inesperada, a singeleza da lembrança pessoal e significativa.
Vejo, em vez disso, pessoas decepcionadas porque não receberam o que havia pedido. Vejo gente obrigada a dar algo do mesmo valor (leia preço) daquilo que recebeu em outra ocasião. Vejo crianças exigindo e adultos encabrestados pelas datas criadas pelo comércio, em que o presente é commodity e o presentear se transforma de graça a obrigação.

Tenho ficado confuso, também, como efeito do consumo sobre a alma. Há alguns anos, o consumismo era sinônimo de mundanismo. De repente, parece-me que as críticas se desvaneceram. Como se um vagalhão tivesse submergido inclusive os críticos. Consumir passa a ser uma exigência da cidadania. E surgem as autoridades recomendando à população que compre, pois esse gesto preserva os empregos em tempos de crise. Como resultado, o cidadão cheio de sacolas no shopping passa a ser visto como um agente econômico. E o crente não precisa ser diferente. Ele não é consumista - é consumidor, é gerador de postos de trabalho. Mesmo que compre aquilo de que nãoi precisa ou mais do que poderá consumir. O ato de comprar se transforma, então, no próprio consumo.
Quando esse fenômeno chega à alma, confunde-se por seu pdoer gratificante, com a própria oração. Comprar acalma. Clareia a mente. Espairece. Diverte. E de repente, ao perceber minha alma entediada, ou mesmo atribulada, vou às compras e adquiro algo bem bonito. Chego em casa feliz, dizendo que "me dei um presente" porque eu merecia. Se percebo que posso encontrar resistência a esse tipo de terapia, trago presentes para os de casa também.

Não quero imaginar que o coração evangélico pós-moderno tenha deixado de confiar em Deus ou tenha apostatado de sua base doutrinária. Não saberia dizer. No entanto, desconfio que algo esteja acontecendo na área da saciedade. Talvez tenhamos perdido a capacidade de nos satisfazer em Deus. Talvez a correria da vida nos impeça de entrar no quarto e ficar mais tempo com aquele que vê em secreto (bastariam, talvez, as mesmas horas que gastamos comprando). Com isso, Deus permanece em nossa mente sendo o que sempre foi. Porém, o poder de gratificação de sua presença pode estar desaparecendo.

Seria o caso de chamar esse fenômenos de "efeito mamon"? De qualquer forma, é hora de buscar, novamente, a presença de Deus, fazendo a nossa alma ali sossegar, "como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe" (Sl 131.2). E assim, saciados, poderemos fazer compras e dar presentes, sem problema algum.

Rubem Amorese
Revista Ultimato Julho-Agosto 2009

Pode um milagre acontecer!  

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Humilhação preventiva e humilhação punitiva  

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A humildade é uma virtude rara e difícil.
A cultura que nos rodeia valoriza a soberba e não a humildade.
Dá mais valor à roupa, ao nome, aos diplomas, aos anéis, ao dinheiro, ao status social, à pose, ao poder, à aparência, e não reconhece o valor da piedade, da santidade de vida e da modéstia cristã.
O sucesso, os elogios e as palmas alvoroçam a vaidade latente e fazem a pessoa se esquecer de sua origem humilde e da ação da graça de Deus em sua vida.
Daí a exortação várias vezes repetida: "Lembre que você foi escravo no Egito e que Eu, o Senhor teu Deus, o tirei de lá com a minha força e o meu poder" (Dt 5.5; 15.15; 24.22).

Além do mais, por sua natureza, a humildade tem de se alojar primeiro no íntimo para depois exteriorizar. É uma virtude paa Deus ver e não para os outros verem.

Pode parecer amargo, mas não há nada melhor para curar a falta de humildade do que a experiência da humilhação, que controla a altura da autoadmiração equivocada e exagerada.
Em alguns casos, é o único tratamento que dá certo. Para curar a soberba do Egito e tornar o país "o mais humilde dos reinos" foram necessários quarenta anos de desolação e dispersão (Ez 29.1-6). Foi a humilhação do distúrbio mental que levou Nabucodonosor a passar algum tempo na companhia dos animais do campo, como se fosse um deles, que o curou. O tratamento só terminou quando ele aprendeu que Deus "pode humilhar aos que andam em soberba" (Dn 4.1-37).

Existe uma humilhação sem dor e outra muito dolorosa. A primeira humilhção é a preventiva. A própria pessoa se cuida continuamente, reconhecendo sua pequenez, sua fragilidade, suas limitações, sua dependência da misericórdia divina, da comunhão com Deus e dos exercícios devocionais (leitura proveitosa das Escrituras e prática da oração).

Em seu segundo discurso a Israel à porta da terra prometida, Moisés fez a seguinte exortação: "Tomem cuidado para não ficarem orgulhosos e esquecerem do Senhor , nosso Deus, que os tirou do Egito, onde vocês eram escravos" (Dt 8.14, NTLH). Já que a posição de Deus varia de acordo com a autoavaliação da pessoa (se ela é soberba, Deus se põe contra ela; se é humilde, Deus a trata com bondade).

Pedro recomenda a humilhação preventiva: "Sejam humildes debaixo da poderosa mão de Deus para que Ele os honre no tempo certo" (1Pe 5.6). No Sermão do Monte, Jesus dedica uma das bem-aventuranças à humildade - as pessoas humildes receberão o que Deus tem prometido (Mt 5.5). O espinho na carne de Paulo nunca foi castigo. Era um medicamento para cortar riscos de uma eventual soberba (2Co 17.7).

A humilhação punitiva só acontece quando não existe a humilhação preventiva. É uma lei inflexível: "Quem se engradece será humilhado" (Mt 23.12). Uma das frases mais suscintas e mais sábias sobre esse tipo de humilhação é da lavra de Salomão: "A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda" (Pv 16.18). A paráfrase da Bíblia Viva é mais dura: "A desgraça está um passo depois do orgulho; log depois da vaidade vem a queda".

Revista Ultimato Julho-Agosto 2009