O Que Significa Ser Cheio Do Espirito | John MacArthur  

Posted by: Iva Toledo in , ,

"Deus provavelmente não existe"  

Posted by: Iva Toledo in , ,


Líder contesta autor ateu


A frase circulou o mundo há alguns meses. Foi o mote de uma propaganda ateísta levada a cabo em Londres para estimular as pessoas a “aproveitarem a vida”. Ela deu novamente o ar de sua graça há poucas semanas com a visita de Richard Dawkins ao Brasil para participar da Feira Literária de Parati. O que a propaganda e o escritor têm em comum? Ele é, hoje, por iniciativa própria, o maior propagador do ateísmo no mundo. No auge da campanha publicitária, deixou-se fotografar no ônibus londrino que estampava em letras garrafais a dita propaganda em painel com bastante visibilidade.

Não quero discutir aqui a revelação bíblica. Não tenho nenhuma incerteza sobre ela. Minha reflexão é no campo filosófico até porque Richard Dawkins é aclamado pela crítica como um grande pensador, que apresenta argumentos considerados o suprassumo do pensamento humano sobre Deus, contra os quais não haveria quem o pudesse contestar. Mas não é isso que percebo. Se o ateísmo que Richard Dawkins professa é esse estampado no ônibus, ele embarcou então numa canoa furada e acabou por reconhecer que descrer da existência de Deus é um salto no escuro.

Sem entrar nos pormenores científicos da publicidade, uma propaganda precisa pelo menos apoiar-se em três pilares: expressar uma convicção, ainda que nem sempre verdadeira (“este produto não falha”), criar uma necessidade em quem recebe a mensagem (“esse produto é exatamente o que preciso) e estimular o cliente a adquiri-lo (“preciso comprar o produto o mais depressa possível”). Mas a propaganda lançada em Londres e firmemente apoiada por Richard Dawkins vai na contramão desses princípios primários.

Ela não expressa convicção, mas, ao contrário, gera incerteza pela forma duvidosa como a proposição foi construída. Por força disso, estabelece uma probabilidade a partir do momento em que o advérbio empregado – provavelmente – não garante a inexistência de Deus como fato assegurado. Ora, como posso ter certeza, se a probabilidade é a força do argumento? Como acreditar em algo que se apresenta como duvidoso? Como crer numa mensagem que desacredita de si mesma?

A partir do momento em que a campanha não expressa convicção, o segundo princípio fica prejudicado. A necessidade deixa de ser criada. Creio que nenhum cliente terá coragem de adquirir um produto que se apresente como “provavelmente bom”. Ninguém vai empregar recursos e correr o risco de ter em mãos algo, que, antes mesmo de ser adquirido, não lhe dá nenhuma segurança. Como descrer da existência de Deus se isso é uma probabilidade, como afirma a propaganda?

Se o segundo princípio já ficou prejudicado, o terceiro mais ainda. Acredito que as pessoas não se interessarão pelo produto, se não forem convencidas de sua utilidade. Quem se atreveria a comprar o que está sendo anunciado, se os próprios anunciantes põem a sua validade no terreno hipotético? Só mesmo quem estivesse disposto a frustrar-se mais adiante ao perceber que comprou gato por lebre. Ou seja, o que a propaganda contra a existência de Deus subentende é que podemos quebrar a cara, se acreditarmos nela.

No entanto, o ponto mais vulnerável da campanha é que, ao pôr a existência de Deus no terreno da probabilidade, ela admite, por outro lado, a probabilidade da sua existência. Explico-me: se a inexistência de alguma coisa é admitida como provável, essa afirmação presume também a possibilidade de sua existência. Assim, mesmo que o 
slogan tenha como propósito desmoralizar a crença em Deus, deixa pressuposto, com o acréscimo do “provavelmente”, que Deus, de fato, possa existir.

Aqui entra em cena outro raciocínio. Se algo me é apresentado com prováveis qualidades e ele possa me acarretar danos, caso, ao adquiri-lo, essas qualidades não sejam encontradas, é óbvio que de pronto vou rejeitar o produto. Lembro-me daquelas velhas placas que existiam em nossas rodovias: “Na dúvida, não ultrapasse”. Não as vejo mais, seria bom que voltassem. Que mensagem passavam? Caso ainda persistam as dúvidas quanto à ultrapassagem, embora naquele trecho da rodovia não haja restrição alguma, permaneça na sua faixa, pois poderá correr o risco de um acidente.

Não faz muito tempo alguém comprou um medicamento receitado pelo médico, cuja bula enumerava uma série de efeitos benéficos para a erradicação da enfermidade. Mas ao final havia uma advertência: “Esta medicação pode ser potencialmente fatal para o ser humano”. Ou seja, corre-se grande risco ao tomá-la. Aí quem decide é o paciente. Ele é quem terá de medir a relação custo/benefício e arcar com as conseqüências, caso, ao tomar o remédio, sofra algum dano fatal.

Chego à conclusão.

Considerando que, se até mesmo na propaganda ateísta, os ateus duvidam do ateísmo;

Considerando que, ao pôr a “crença” ateísta no terreno hipotético, como um salto no escuro, os ateus admitem a probabilidade da existência de Deus;

Considerando que desacreditar da existência de Deus, como propõe a duvidosa campanha publicitária, pode acarretar danos no presente e no futuro;

Considerando que, como pressupôs no campo filosófico Blaise Pascal, é melhor acreditar na existência de Deus, pois, caso não se venha encontrá-lo, não se perderia nada;

Proponho:

Creiamos no que diz a revelação bíblica, que declara: “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam”, Hebreus 11.6

Com isto em mente, sugiro ainda a seguinte campanha aos quatro quantos do mundo:

“Deus existe. Aproveite a vida... com Deus”.

Preletor: Pastor Geremias do Couto

fonte: www.creio.com.br

Estar no lugar Certo  

Posted by: Iva Toledo in , ,

Se o cego tivesse ficado em casa jamais teria encontrado com Jesus



     Mesmo ciente de que, por conta própria, ele jamais poderia tornar a enxergar e ser restaurado à sociedade e à dignidade, o cego mendigo de Jericó entendeu que havia algo a ser feito para alcançar o milagre desejado.




  E ele o fez, colocou-se no lugar certo, o lugar em que iria se encontrar com Jesus. É provável que ele não soubesse quando Jesus ia sair da cidade de Jericó. Mas uma coisa tinha certeza, precisava estar a postos no lugar certo quando ele saísse. Mais dia, menos dia, Jesus haveria de sair. Como a cidade só tinha um portão principal, um único caminho por onde Jesus poderia passar, ele tomou as devidas providências para estar neste lugar. Era vital estar no lugar certo!


E você, prezado leitor, tem algo em sua vida que precisa mudar? Porém, você olha para os recursos disponíveis, para as circunstâncias, e entende que é impossível? Você crê que Jesus é poderoso o suficiente para realizar este milagre? Caso sua resposta seja afirmativa, você já deu o primeiro passo em direção ao milagre. Mas deve dar um segundo passo, que é: ir para o lugar certo.

     O lugar certo é o lugar em que Jesus está. Você precisa estar no lugar onde Jesus está. Mas... onde é que Jesus está? Estará por acaso nos lugares que você tem freqüentado? Estará nos lugares que você tem ido?

     Ele anda com as pessoas com quem você anda? Ele está em sua vida? Está em sua casa? Mesmo sendo onipresente, isto é, de forma espiritual está em todos os lugares ao mesmo tempo, biblicamente, ele afirmou que haveria um local em que se faria presente de modo direto e pessoal. “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles." (Mateus 18.20).

     Jesus está nos encontros da igreja. Eu não disse no templo, eu disse na igreja. A igreja pode estar reunida em um templo, mas pode estar reunida também em uma casa, ou em qualquer outro lugar.
     Se este grupo de dois, três ou mais pessoas, estiverem consciente e formalmente reunidos em nome de Jesus e para a glória dele, ali ele se fará presente.

     É bom entender que “a Igreja nunca é um lugar, mas sempre um povo; nunca um curral, mas sempre um rebanho; nunca um edifício sagrado, mas sempre uma assembléia dos que crêem. A Igreja é você que ora, não onde você ora. Uma estrutura de tijolo ou mármore não pode ser Igreja mais do que suas roupas de sarja ou cetim podem ser você”.

     O que faz de uma igreja, igreja, não é o templo, nem o nome que ela ostenta, nem o ambiente religioso, mas o fato de Jesus Cristo estar presente.
     Portanto, não estou falando para você simplesmente ir a um templo, ou a um ambiente religioso. Estou dizendo que você precisa estar no lugar onde Jesus vai estar presente.
     O cego da história poderia ter ido ao Templo de Jerusalém, porém Jesus não estava lá. Se o cego fosse, não experimentaria nenhum milagre. Você precisa certificar-se de que no lugar aonde vai, Jesus se fará presente.

     Em Apocalipse, Jesus diz a respeito de uma igreja: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz [...]” (3.20). Ora, se Jesus estava batendo à porta daquela igreja, é porque estava do lado de fora, esperando alguém que ouvisse a sua voz.
     Se não estava presente naquela igreja, apesar de ser um templo, apesar de ser um ambiente religioso, apesar de carregar o nome dele em uma placa, não era um lugar onde milagres iriam acontecer. Pois, sem a presença de Jesus, não importa qual seja o lugar, milagres não vão acontecer.

     Alguém falou que em uma “igreja” verdadeira se manifesta os três “Ps”. Isto é, a sua Presença viva – onde Cristo realmente está no meio do povo que se encontra reunido em seu nome; seu Poder edificador – que ele vai manifestar a cada um dos presentes; seu Propósito – de usar a nossa vida para tocar outras pessoas que estão perdidas, feridas e doentes.

     Você precisa estar neste lugar onde Jesus está! Se aquele cego tivesse ficado em casa desanimado da vida, lamentando a sua situação, ou estivesse em qualquer outro lugar esmolando, certamente, jamais teria se encontrado com Jesus. Jamais teria alcançado o milagre que mudou de vez a sua vida. E morreria em desgraça.

     Ir para o lugar onde Jesus vai estar requer atitude e determinação, elementos indispensáveis a quem quer receber um milagre. Como disse anteriormente, o primeiro passo para a derrota é o desânimo e a incredulidade. O segundo passo para a derrota é, freqüentar os lugares errados. Freqüentar os lugares onde Jesus não se faz presente.

     Então, corra para o lugar aonde você vai se encontrar com Jesus, e assim estará dando mais um passo em direção à vitória.
     Como vimos, estar no lugar certo foi o segundo passo dado pelo cego (e deve ser o nosso também). Com isso, o cego continua se aproximando cada vez mais do milagre.

Texto base: Marcos 10.46-52

Preletor: Jair Souza Leal

fonte: www.creio.com.br - Texto com algumas adaptações

A graça, por um ateu convicto  

Posted by: Iva Toledo in , ,

A graça de Deus é a unica garantia de que somos aceitos em Deus.
A dedução filosófica de André Comte-Sponville sobre a graça surpreende pela lucidez, já que ele é ateu convicto.
Parece compreender o conceito de graça melhor que alguns cristãos modernos (as pedras clamando?):


O amor que Deus tem por nós, segundo o cristianismo, é ao contrário perfeitamente desinteressado, perfeitamente gratuito e livre. Deus nada tem a ganhar com ele, já que é infinito e perfeito, mas ao contrário se sacrifica por nós, se limita por nós, se crucifica por nós sem outra razão a não ser ele mesmo se renunciando a ser tudo. De fato, Deus não nos ama em função do que somos, que justificaria esse amor, porque seríamos amáveis, bons, justos (Deus também ama os pecadores, foi inclusive por eles que deu seu Filho), mas porque ele é amor e o amor, em todo caso, não necessita de justificação. "O amor de Deus é absolutamente espontâneo", escreve Nygren. Ele não procurou no homem um motivo. Dizer que Deus ama o homem não é anunciar um julgamento sobre o homem, mas sobre Deus. Não é o homem que é amável; é Deus que é amor.


No cristianismo, o amor não é dado aos que já são dignos. Ao contrário, ele quer bem ao que nada vale e lhe outorga valor. A graça habilita o amor de Deus de se expressar sem exigir absolutamente nada. "O homem amado por Deus não tem nenhum valor em si; o que lhe dá um valor é o fato de Deus amá-lo."




Fonte: Do livro É proibido. O que a Bíblia permite que a igreja proíbe. De Ricardo Gondim.

O que você tem?  

Posted by: Iva Toledo in , , , , , ,

Na bíblia vemos várias vezes essa pergunta. Geralmente acontece quando alguém esta precisando de algo, algum milagre, alguma multiplicação. Em II Reis 4: 1 a 7, temos o relato da viúva que procurou Eliseu pedindo ajuda.


II Reis 4
1) Certa mulher, das mulheres dos discípulos dos profetas, clamou a Eliseu, dizendo: Meu marido, teu servo, morreu; e tu sabes que ele temia ao Senhor. É chegado o credor para levar os meus dois filhos para lhe serem escravos.
2) Eliseu lhe perguntou: Que te hei de fazer? Dize-me que é o que tens em casa. Ela respondeu: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite.
3) Então, disse ele: Vai, pede emprestadas vasilhas a todos os teus vizinhos; vasilhas vazias, não poucas.
4) Então, entra, e fecha a porta sobre ti e sobre teus filhos, e deita o teu azeite em todas aquelas vasilhas; põe à parte a que estiver cheia.
5) Partiu, pois, dele e fechou a porta sobre si e sobre seus filhos; estes lhe chegavam as vasilhas, e ela as enchia.
6) Cheias as vasilhas, disse ela a um dos filhos: Chega-me, aqui, mais uma vasilha. Mas ele respondeu: Não há mais vasilha nenhuma. E o azeite parou.
7) Então, foi ela e fez saber ao homem de Deus; ele disse: Vai, vende o azeite e paga a tua dívida; e, tu e teus filhos, vivei do resto.

A mulher estava desesperada, porque se encontrava numa situação de angustia e aflição; ela tinha acabado de perder o marido, e inevitavelmente iria perder seus filhos. Geralmente, quando acontece conosco alguma situação de desespero, e nos vemos sem saída, a nossa tendência é a de achar que ninguém sofre como nós.
Quando Eliseu perguntou à viúva: O que tens? (2), ela deve ter pensado: "este homem está doido", "Eu peço ajuda e ele me pergunta o que tenho!".
O fato é que sempre temos algo, e pelo fato de ser pouco ou mínimo, a nossa tendência é de segurar e guardar esse pouco. Na verdade é algo natural do homem, e do seu instinto de sobrevivência. Sempre lembro da historia do bombom e da caixa de bombons, quando é oferecido a um menino um bombom, mas se ele devolvesse esse bombom, na semana seguinte ele teria uma caixa. Como o menino não estava vendo caixa nenhuma ele preferiu ficar com um único bombom.
Talvez a viúva segurava esse pouquinho de azeite como seu bem mais precioso. O velho ditado: " É pouco mas é meu". Mas Eliseu estava "vendo" a caixa de bombons e não apenas um bombom. Talvez na hora que derramou o resto de azeite numa vasilha ela pensou que lá se ia a ultima gota de esperança. Mas é nesse momento que Deus entra na historia. Na hora em que nos desprendemos da segurança humana, do pouco que conseguimos enxergar. Ele se move, Ele age. Na primeira multiplicação dos pães acontece algo semelhante:

Mc 6
38) E ele lhes disse: Quantos pães tendes? Ide ver! E, sabendo-o eles, responderam: Cinco pães e dois peixes.
39) Então, Jesus lhes ordenou que todos se assentassem, em grupos, sobre a relva verde.

40) E o fizeram, repartindo-se em grupos de cem em cem e de cinqüenta em cinqüenta.
41) Tomando ele os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos ao céu, os abençoou; e, partindo os pães, deu-os aos discípulos para que os distribuíssem; e por todos repartiu também os dois peixes.

42) Todos comeram e se fartaram;
43) e ainda recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e de peixe.
44) Os que comeram dos pães eram cinco mil homens.

Os discípulos tinham "pouco" enquanto enxergavam apenas humanamente falando. A débil segurança de uma refeição apenas (e mal dava) para eles. Mas Jesus enxergava uma multidão faminta sendo saciada e satisfeita. O interessante é que depois do milagre sobraram doze cestos cheios (um para cada discípulo), ou seja, o bombom transformado na caixa de bombons. O que eles tinham talvez nem teria saciado os doze, mas uma vez colocado na mão de Deus, a multidão se saciou e os discípulos se fartaram de comida.

Eliseu disse para viúva: "vivei do resto!" (
II Reis 4:7). Primeiro vem o compromisso, pagar a divida, saciar a multidão, dar para Deus. Depois podemos recolher o resto do azeite (que da para se sustentar), ou os doze cestos cheios, ou a caixa de bombons.

Eu tenho viajado muito, e tenho visto muitas coisas absurdas, como crentes inadimplentes, que dão cheques sem fundo, que não pagam suas dividas, mas falam de vitória, de milagre, de benção. Ai compram seus celulares de ultima geração, e não abrem mão do bombom, nem do peixe, nem do azeite. Eles seguram o que tem, em detrimento de outros. Se a viúva estava devendo, precisava pagar. Os credores não são inimigos, são apenas credores. Se Jesus quer alimentar a multidão com aquilo que nós temos, isso é uma divida nossa a partir desse momento.
Se segurarmos o pouco que temos de maneira egoísta, nunca vamos ver a mão multiplicadora de Deus em nossas vidas. Mas se colocarmos nas mãos dele, além de abençoar outros também seremos abençoados. Eu não estou falando de fazer barganhas baratas para obtermos lucros. Mas se obedecermos os princípios de Deus, nunca vai faltar azeite em nossas vasilhas.
Pv 19:17 Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta,e este lhe paga o seu benefício.
É tão maravilhoso servir o Senhor, porque Ele sempre nos desafia, Ele sempre esta visando tratar com nosso caráter, com nosso egoísmo, com nossos padrões egocêntricos. Mas no fim nós somos abençoados.
Na verdade Deus não precisa dos nossos pães e peixes para alimentar alguém. A verdade é que somos nós que precisamos dar. Porque é melhor dar do que receber.
Paz para teu coração.


Jorge Russo
fonte: ministeriotrio.com.br

Presença do Senhor  

Posted by: Iva Toledo in , ,

Todas às vezes que estou na Alemanha meu coração é compungido, pois, vejo e creio que existem promessas maravilhosas para esta Nação. No último dia da conferência que participei, acordei pensando no texto de Êxodos 33, onde Deus chama Moisés e o ordena a entrar na terra que tinha prometo dar a Abraão e aos seus descendentes, terra essa que manava leite e mel e para os guiá-los mandaria um anjo à frente do povo. Tenho pregado muito sobre tomar nações e povos para o Senhor, mas preciso lembrar que não existe herança que valha a pena possuir sem a presença Senhor.


Percebo que muitos estão ouvindo somente a parte do possuir a Terra Prometida, mas, a segunda parte que fala em seguir a presença do Senhor tem ficado em segundo plano. Com freqüência, vou a reuniões onde vejo sinais, alegria e cura, mas parece que falta algo. Muitas vezes os ministros não percebem essa ausência, pois, existem mel e leite, e a terra é linda. Entretanto aqueles que são enamorados com o Senhor, não se satisfazem com "coisas" se a presença do Senhor não estiver no meio. Vitória só é vitória se temos Ele para celebrarmos juntos. Do que adianta os despojos da batalha se não tenho minha família para compartilhar, do que adianta conquistar reinos se quando volto para casa não tenho ninguém me esperando?


O mesmo pensamento serve para os ministérios, podemos alcançar as nações e fazer muitos milagres, contudo, se durante o caminho não tivermos os braços do Pai para abraçar voltaremos para casa vazios. Não abro mão da presença manifesta de Deus. Posso estar em reuniões onde nenhum milagre aparente acontece, mas, se a nuvem da presença e o fogo do Senhor estiverem presente, isso já é o suficiente. Se tivesse que escolher entre os sinais e a presença, sem dúvidas escolho o Senhor. Quando escolhemos a Ele os sinais vão acontecer, pois, a presença do Senhor e simplesmente maravilhosa.


Judson de Oliveira
Fonte: www.juda.com.br

O que esta geração está esperando encontrar na igreja?  

Posted by: Iva Toledo in , , ,

Essa é uma pergunta que preocupa aqueles que estão pensando e trabalhando com a nova geração, pois o que encontramos ultimamente na igreja é algo que não desejamos nem para a nossa geração! Será que vamos querer que a nova geração tenha contato com a politicagem, disputas, inimizades, visão distorcida do Reino que encontramos em algumas igrejas?

Precisa ficar claro para essa geração, em relação a igreja, o que disse Philip Yancey: "A igreja existe, não para oferecer entretenimento, encorajar vulnerabilidades, melhorar a auto estima ou facilitar amizades,
mas, para adorar a Deus. Se falharmos nisso, a igreja fracassa".

Levá-los a entender que nesse local chamado de igreja pode-se encontrar Deus, descobrir as necessidades que o meu próximo tem e um lugar aonde existe Graça.
A igreja que falará para essa geração é aquela que oferece mais diversidade do que uniformidade, mais alcance para fora, do que isolamento e mais, mais muito mais graça do que listas e leis.
A igreja que atrairá a nova geração não será a igreja S/A, a igreja empresa, a igreja instituição financeira e sim aquela que
age e funciona como uma família, que tem uma visão e postura de acolhimento.

A igreja que com certeza eles esperam encontrar não é aquela que os discriminam que os acusam de tudo, que não enxerga a dor e as necessidades que trazem, mas aquela que
cuida e acolhe os que estão sobrecarregados de dores e questionamentos que tem uma visão terapêutica e prática.

Os plantadores de igrejas, as agências missionárias, os visionários e os que amam a igreja, precisam urgentemente buscar
desenvolver projetos de plantação de comunidades que se tornem em um lugar aonde se exercite a misericórdia, um lugar onde a vida é devolvida, onde se demonstra um amor apaixonado por Deus, onde exista descanso e alivio, mas aonde também exista espaço para dúvidas e crises. Um lugar de saúde e vida, um lugar da cruz. Lugar aonde essa geração viva como corpo.

Que possamos nos tornar em facilitadores e em pessoas que conduzam essa geração para uma comunidade, que segundo Philip Yancey é o lugar onde posso dizer, sem vergonha alguma:
"Não preciso pecar, preciso de outro pecador".

Quem sabe, juntos, possamos nos ajudar a prestar contas um ao outro e nos manter no caminho certo!
Que as portas sem abram para eles!



Luciano Manga
Fonte: www.tribalgeneration.org

Moralidade Mínima? Volta Pro Mundo! - Tim Conway  

Posted by: Iva Toledo in , , , , ,

Os manuscritos bíblicos são confiáveis?  

Posted by: Iva Toledo in , ,


A Bíblia o ocupa a primeira posição na lista dos livros mais vendidos, vendendo anualmente mais de 100 milhões de exemplares. Um jornalista fez o seguinte comentário:


esqueça os modernos noveslistas britâncios e os livros que se tornaram filmes de sucesso na TV - a Bíblia é a campeã de vendas todos os anos. Se a Bíblia fosse incluída nas listas de livros mais vendidos, seria rara a semana em que qualquer outro livro se destacasse.É incrível e extraordinário [...] que nestes dias maus [...] um livro como este continue vendendo tanto, ano após ano.

A Bíblia não é apenas um livro; é uma coleção de 66 livros dividios em duas secções. A 1ª, o Antigo Testamento, inclui 39 livros, e a segunda, o Novo Testamento, reúne 27 livros. A Bíblia foi escrita durante um período de aproximadamente 1.600 anos, por mais de 40 escritores. Essas pessoas vieram de contextos culturais e experiências de vida diferentes - reis, altos funcionário, pessoas pobres, pescadores, fazedores de tendas.

A Bíblia foi escrita originalmente em 3 línguas - hebraico, aramaico e grego, e em três continentes - Ásia, África e Europa. A grande extensão dos contextos social, geográfico e cultural das Escrituras colaborou para a multiplicação destas diversidades à medida que os manuscritos iam sendo copiados e divulgados pelo mundo conhecido da época. Isso significa então que há um grande número de artigos manuscritos para ser examinado e que o texto da Bíblia é muito bem autenticado.

A autenticidade de qualquer documento é determinada pela quantidade de manuscritos ou fragmentos de manuscritos encontrados. [...] Quando se trata da Bíblia, existem mais de 5 mil manuscritos em grego que sustentam apenas o Novo Testamento e nos auxiliam a assegurar a precisão destes escritos. Muitas das cópias mais antigas estão separadas dos documentos originais não por 1.400 anos (como os manuscritos de Platão*), mas apenas por uma diferença de 25 a 50 anos.


O MATERIAL DOS MANUSCRITOS

No início da era cristã, o material geralmente usado para a escrita era o papiro, um junco altamente durável e resistente encontrado nas margens do rio Nilo. O processo de preparação era semelhante ao processamento atual da mandeira compensada, e após o preparo, o material era deixado ao sol para secar. No século 20 foram descobertos muitos restos de documentos em papiro (tanto bíblicos como não bíblicos), especialmente nas terras secas e áridas do Norte da África e do Oriente Médio.

Outro material usado foi o pergaminho, fabricado com pele de carneiros ou cabritos e bastante utilizado até o final da Idade Média, quando passou a ser substituído pelo papel. Como se tratava de um material escasso e caro, seu uso se restringia quase que exclusivamente a documentos considerados de alta importância.

Foram encontrados mais de 5.300 manuscritos gregos do Novo Testamento. Se acrescentarmos a esse nº os 10 mil manuscritos em latim e as 9.300 porções antigas do Novo Testamento, teremos cerca de 24 mil cópias manuscritas de trechos do Novo Testamento. Nenhum documento da Antiguidade chega perto deste nº. O que mais se aproxima é a Ilíada de Homero, com 634 manuscritos. O primeiro texto completo de Homero data do séc. 13 antes de Cristo, apesar de haver fragmentos de manuscritos muito mais antigos.


MANUSCRITOS COMO EVIDÊNCIA DOS ESCRTIOS ANTIGOS

AUTOR ____ ESCRITO EM _____ FRAGMENTO ______ INTERVALO ______ Nº DE
_________________________(CÓPIA MAIS ANTIGA) ____DE TEMPO____ MANUSCRITOS

César _____100-44 a.C _________900 d.C ___________1.000 anos_________10
Platão _____427-347 a.C________900 d.C____________1.200 anos _________7
Tucídides ___460-400 a.C ________900 d.C ___________1.300 anos__________8
Tácito _____100 d.C____________1100 d.C __________1.000 anos _________20
Suetônio ____75-160 d.C _________950 d.C ___________800 anos ___________8
Homero(Ilíada)___900 a.C __________400 a.C ___________500 anos _________643
N. Testamento ___40-100 d.C _______124 d.C __________25-50 anos _______24.000


[...] nenhum documento do período antigo é tão bem atestado bibliograficamente como o Novo Testamento.

[...]

De fato, em seu livro Bíblia e Arqueologia, sir Frederic G. Kenyon, ex-editor e bibliotecário principal do Museu Britânico, fez a seguinte declaração a respeito do Novo Testamento:

Assim, o inervalo entre as datas do comento original e a mais antiga evidência existente é tão pequeno que e torna desprezível, derrubando assim qualquer dúvida de que as Escrituras tenham chegado até nós basicamente de forma como foram escritas. Tanto a autenticidade quanto a veracidade geral dos livros do Novo Testamento podem, finalmente, ser estabelecidas.

O Codex Vaticanus e o Codex Siniaticus são bons exemplos de manuscritos antigos do Novo Testamento. Trata-se de cópias em pergaminho de todo o Novo Testamento, datadas do quarto século (325-450 d.C.) Existem fragmentos e cópias em papiro ainda mais antigas de porções do N.T., datadas de 100 a 200 anos antes do Vaticanus e Siniaticus (180-225 d.C.).

Algumas excepcionalmente nítidas, como o Papiro Chester Beatty (P45, P46, P47). Só com esses manuscritos é possível reconstituir de forma completa os evangelhos de Lucas e joão, os livros de Romanos, 1 e 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 e 2 Tessalonicenses, Hebreus, parte dos evangelhos de Mateus e Marcos e parte dos livros de Atos e Apocalipse. Apenas as epístolas pastorais (Tito, 1 e 2 Timóteo), as epóstolas gerais (Tiago, 1 e 2 Pedro, e 1, 2 e 3 João) e Filemom foram excluídas.

Uma das porções mais antigas da Bíblia já encontradas é o fragmento de um códice de papiro contendo o texto de João 18.31-33,37. Este documento, conhecido como Papiro Rylands (P52), datado de 130 depois de Cristo, foi encontrado no Egito e porcausa desta descoberta os estudiosos colocaram o quaerto evangelho de volta ao primeiro século, abandonando uma alegação surgida no séc. 19 de que João não poderia ter escrito seu evnagelho naquela época.

Citações do N.T. encontrados nos manuscrtios dos pais da igreja também parecem apontar para a conclusão relativamente antecipada do N.T. O academicismo alemão do séc. 19 e início do séc. 20 defendia que o N.T. havia sido escrito algumas centenas de anos após os acontecimentos narrados por ele. Isso fez com que muitas pessoas desconfiassem do conteúdo do N.T., por entenderem que a igreja havia escrito tudo aquilo muitos anos depois dos acontecimentos e inventado muita coisa, com o objetivo de reescrever a história. Entretanto, da mesma forma, que a descoberta dos antigos fragmentos do N.T., os escritos dos pais da igreja proporcionaram evidências favoráveis em relação a um curto período de tempo entre os eventos em si e o relato dos evangelhos.

Por exemplo, a epístola de Clemente aos coríntios (datada de 95 d.C) cita trechos dos evangelhos e dos livros de Stos, Romanos, 1 Coríntios, Efésios, Tito, Hebreus e 1 Pedro. As cartas de Inácio (datadas de 115 d.C.) escritas para várias igrejas da Ásia Meor, citam trechos de Mateus, João, Romanos, 1 e 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, 1 e 2 Timóteo e Tito. Essas cartas indicam que todo o N.T foi escrito no 1º séc. depois de Cristo.

É claro que existe outra evidência interna datando os escritos do N.T. no 1º séc. O livro de Atos termina repentinamente com Paulo na prisão aguardando julgamento (28.30-31). É provável que Lucas tenha escrito o livro de Atos durante este período de tempo, antes que Paulo fosse finalmente apresentado diante de César. Isso teria ocorrido por volta de 62-63 depois de Cristo, o que significa que Atos e o evangelho de Lucas foram escritos 30 anos após o ministério e morte de Jesus. Outra evidência a favor desta data é que o livro de Atos não faz nenhuma menção à destruição de Jerusalém em 70 depois de Cristo. Apesar de Mateus, Marcos e Lucas registrarem a profecia de Jesus de que o templo e a cidade seriam destruídos ainda naquela geração (Mt 24.1-2; Mc 13.1-2; Lc 21.5-9, 20-24,32), nenhum livro do N.T. se refere a este acontecimento. [...].

Além dos manuscritos gregos atuais, existem mais de mil cópias e fragmentos do N.T. em sírio, copta, armênio, gótico e etiópico, bem como 8 mil cópias da Vulgata Latina, algumas praticamente da mesma época da tradução original de Jerînimo em 384-400 depois de Cristo. Como já mencionamos, uma prova adicional do texto do N.T. pode ser encontrada em milhares de citações espalhadas entre os escritos dos pais da igreja. Existem, na verdade, 86.000 citações - isso significa que se todos os antigos manuscritos do N.T. desaparecessem do dia para a noite, seria possível reconstruí-lo apenas com citações dos pais da igreja, com exceção de uns 20 versos!


OS PERGAMINHOS DO MAR MORTO

Estes pergaminhos correspondem a cerca de 40 mil fragmentos inscritos, a partir dos quais mais de 500 livros foram reconstruídos. Os escritos são textos bíblicos e comentários sobre o Antigo Testamento, além de inscrições relacionadas à comunidade de Qumran. Ralph Earle apresenta um relato da descoberta dos pergaminhos:

[...]. Em fevereiro ou março de 1947 um pastor beduíno, um jovem chamado Muhammad, estava à procura de uma cabra perdida. Ao atirar uma pedra numa fenda de um penhasco situado a oeste do mar Morto, aproximadamente 13 Km ao sul de Jericó, ele ficou surpreso ao ouvir o som de cerâmica quebrada. Aproximando-se do local, ele ficou admirado com o que viu. Dentro da caverna estavam vários jarros grandes contendo pergaminhos de couro envolvidos em tecido de linho. Como os vasos estavam cuidadosamente selados, os pergaminhos foram preservados em condições excelentes por aproximadamente 1.900 anos.

Os manuscritos foram colocados nesse local por volta de 68 depois de Cristo.


OS PERGAMINHOS E O ANTIGO TESTAMENTO

Os pergaminhos do mar Morto incluem uma cópia completa do livro de isaías, uma cópia fragmentada de isaías contendo grande parte dos capítulos 38-60, e fragmentos de quase todos os livros do A.T. A maioria dos fragmentos é de Isaías e do Pentateuco (Gênesis, Êxodo, Levírico, Números e Deuteronômio). Os livros de Samuel, emcópia corroída, também foram encontrados, bem como dois capítulos completos do livro de Habacuque. Além disso, foram encontrados vários pergaminhos não bíblicos relacionados à comunidade de Qumran.

Esse material foi datado cerca de 100 antes de Cristo. A importância do achado e particularmente da cópia de Isaías, foi reconhecida por Merril F. Unger ao afirmar:

A descoberta desse documento completo de Isaías provocou grande sensação por se tratar do 1º manuscrtio bíblico de grande importância e antiguidade a ser recuperado. O interesse despertado por essa descoberta foi excepcionalmente grande, já que este manuscrito precede em mais de mil anos os textos hebraicos mais antigos preservados pela tradição massorética.

Antes da descoberta dos pergaminhos, o manuscrito mais antigo encontrado até então foi escrito 1.300 anos após a conclusão dos registros do A.T. Após a descoberta dos pergaminhos, os estudiosos passaram a averiguar a exatidão desses manuscritos em relação aos escritos originais. O texto seria confiável, mesmo depois de ter sido copiado várias vezes? Um dos pergaminhso continha uma cópia ompleta do livro de Isaías, em hebraico. Paleógrafos o dataram por volta de 125 antes de Cristo; como texto massorético foi datado de 916 depois de Cristo, a diferença é de 1.00 anos. Se depois de examinado o texto revelasse pouca ou nenhuma mudança textual em comparação aos textos massoréticos, seria possível supor que os escribas massoréticos teriam sido fiéis ao copiar os outros textos bíblicos que não podiam ser comparados ao material de Qumran.

A precisão é supreendente para um manuscrito antigo. A identidade entre as palavras do manuscrito e a Bíblia hebraica padrão é de 95% do texto, e nos outros 5% há pequenas variações. Um exemplo: das 166 palavras que compõem o texto de isaías 53, dezessete letras são duvidosas, sendo que de delas são diferenças de ortografia que não afetam o sentido;e quatrosão questões de estilo, tais como conjunções. As três letras restantes correspondem à palavra "luz", adicionada ao verso onze, que não afeta o significado. [...].

Millar Burrows conclui:

É um milagre que em um período de mil anos o texto tenha passado por tão poucas alterações. Como afrimei em meu 1º artigo sobre o pergaminho, "este certamente é um pornto de suma importância, que dá suporte à fidelidade da tradição massorética".


OS PERGAMINHOS E O NOVO TESTAMENTO

Alguns dos fragmentos dos pergaminhos do mar Morto parecem ser trechos do N.T. Considerando o fato de que Qumran estev fechada e selada antes da queda de Jerusalém em 70 depois de Cristo, esta é uma possibilidade supreendente.

Alguns acrditam que os fragmentos encontrados pelo paleógrafo jesuíta José O´Callahan em 1972 na caverna 7, classificados inicialmente como "não identificados" e relacionados como "textos bíblicos", contenham passagens do N.T. [...].

Vários críticos argumentam que não se trata de fragmentos dos manuscritos do N.T., mas sim de documentos produzidos pela comunidade de Qumran, semelhantes à spassagens do N.T. Como esses fragmentos são muito pequenos, é extremamente difícil poder afirmar uma hipótese ou outra. Porém, se estes fragmentos são de fato trechosdo N.T., o que parece bem provável, então essas descobertas apresentam um potencial altamente significativos.

Embora muitos cristãos não sejam especialistas em textos antigos ou fragmentos e chegama ficar confusos quando pensam no assunto, todos deveriam entender que declarações bastante comuns, como a de que a Bíblia foi alterada, precisam ser contestadas. Os céticos que olham para a Bíblia com desconfiança, e estão sempre prontos a questioná-la, chegarão à conclusão de que os manuscritos bíblicos estão abertos ao exame e preparados para enfrentá-lo.



*Nota minha

Fonte: do livro Por que confiar na Bíblia? Respostas a 10 perguntas difíceis / Amy Orr-Ewung. Com algumas adaptações.

Muitos cristãos são insuportáveis  

Posted by: Iva Toledo in , , , , ,


Eu amo Jesus. O que me deixa maluco são seus seguidores. Para ser sincero, não gosto de muitos cristãos. Note bem, eu não disse “alguns” cristãos; eu disse “muitos”. Não gosto deles — não gosto mesmo, nem um pouquinho. Por várias vezes, prefiro andar com gente doida, profana, incrédula e perdida do que com aqueles que se dizem cristãos, mas, na verdade, são fariseus de mente limitada e metidos a críticos.

Tenho um amigo que é pastor de uma grande igreja. Certa vez, durante uma entrevista, ele disse ao repórter que orava seis horas por dia. O jornalista, muito impressionado, perguntou por que ele orava tanto tempo. O pastor respondeu, com toda franqueza: “Minha igreja é muito grande, e odeio muitas pessoas que fazem parte de-la. Preciso orar seis horas por dia para que Deus me ajude a amá-las”.

Gostaria de amar todos os cristãos, mas não consigo. E vou enumerar algumas razões pelas quais isso acontece.

Não gosto de muitos cristãos pela capacidade que possuem de ser terrivelmente críticos. Eles assumem aquela pose do tipo sou-mais-santo-que-você e se consideram melhores do que todo mundo. Brigam e discutem pelos motivos mais ridículos.

• “Você está lendo a versão errada da Bíblia.”

• “O estilo de louvor de sua igreja é sem graça.”

• “O ensino sobre o Antigo Testamento é insuficiente.”

• “Por que não prega mais sermões expositivos?”

• “Sua igreja deveria realizar mais trabalhos evangelísticos.”

• “Você é por demais evangelista, devia se preocupar mais com o discipulado.”

Esses especialistas em igreja costumam ser os mesmos que não sabem dizer o nome do vizinho não-cristão. Aaaarghhh! Fico doen-te com esse tipo de gente. E quando o tema da conversa ultrapassa as questões da igreja, a coisa é ainda pior:

• “Evangélicos só devem assistir a filmes cristãos, que não são violentos.” (Adorei ver a cara dessas pessoas quando A paixão de Cristo, de Mel Gibson, foi lançado.)

• “Quem ouve música do mundo vai para o inferno.”

• “Cristão não faz tatuagem.”

• “Os Teletubbies são coisa do Diabo.”

• “Cristão de verdade não vai à Disney.”

Não consigo imaginar Jesus escrevendo frases como essas no chão.

Outro tipo que faz meu estômago revirar é aquele pregador fu-rioso: “Se você não se converter, vai queimar no inferno, pecador!”. Por experiência, posso dizer que os pregadores nervosinhos em geral pecam tanto quanto (ou mais do que) as pessoas a quem costumam pregar.

Se o que você leu até agora ainda não é suficiente para convencê-lo, ainda há mais: certos cristãos são muito esquisitos. É só dar uma olhada nos programas evangélicos exibidos na televisão. Alguns deles complicam muito o meu trabalho. Em tese, remo no mesmo barco, mas confesso que fico tentado a fazer piada das muitas bobagens que vejo.

Não é de admirar que não-cristãos assistam a esses programas só para rir. Sei que há muitos ministérios cristãos sérios que ocupam espaços na grade de horários da televisão, e dou o maior apoio. Mas, sejamos sinceros, existe muita coisa bastante bizarra para ver.

Se você se sente ofendido com o que acabou de ler, peço que coloque a mão na consciência e seja franco: já reparou no jeito que muitos televangelistas se vestem? Junte-se a isso a maquiagem forte e o cabelo cheio de laquê das mulheres desses pastores-apresentadores. Parece até um cafetão acompanhado de uma perua — é possível até que um cafetão e uma perua de verdade se vistam e se maquiem melhor.

Isso sem falar no grande engodo que é o discurso antibíblico: “Deus quer que seus filhos sejam ricos, por isso posso andar por aí em carros de luxo”. Para completar, eles ainda pregam no melhor estilo vou-pegar-seu-dinheiro, finalizando todas as falas com aquele “amém?” constrangedor. “Jesus ressuscitou dentre os mortos, amém? E ele está pronto para perdoar seus pecados, amém? Clame pelo Senhor agora, amém?”. Isso me embrulha o estômago, amém?

O que é isso?

O pior de tudo, porém, é o potencial de certos evangélicos à hipocrisia mais nojenta. São capazes de dizer uma coisa e fazer outra completamente diferente. Isso não apenas macula o nome de Jesus, como também fornece mais munição para esse mundo incrédulo usar contra o corpo de Cristo. É como o sujeito que procurou certo pastor protestante e perguntou:

— Pastor, será que o senhor faria o funeral de meu cachorro?

— Não fazemos funerais de cachorros — o pastor respondeu.

— Que pena — disse o homem, aparentemente decepcionado, mas rindo por dentro. — Eu estava disposto a fazer uma oferta de 100 mil para a igreja. Pelo jeito, terei de procurar outra.

— Opa, espere um pouquinho — reagiu o pastor. — Por que você não disse antes que seu cachorro era protestante?

Essas são algumas das razões pelas quais não gosto de muitos cristãos. Para falar a verdade, muitos deles também não gostam de mim. Dizem que sou radical demais. Que minha teologia é rasa. Que sou bom mesmo é de marketing. E meu pecado imperdoável: sou pastor de uma “megaigreja” (o que, automaticamente, faz de mim um egocêntrico que só se preocupa com dinheiro).

Agora que meus motivos já estão expostos, podemos começar. Espero que cheguemos aonde Deus deseja: um lugar que, provavelmente, não é o que ocupo agora. De qualquer maneira, sinto-me melhor depois de desabafar. Obrigado pela atenção que me dispensou até agora.
O cristão de quem menos gosto

Se você acha que minha cisma é apenas com evangélicos de outras igrejas, está enganado. Quando olho para minha igreja, encontro muitas pessoas das quais também não gosto. Não tenho o menor interesse em saber o que querem e como vivem. Fico bastante perturbado com isso, doente mesmo.

Há um tipo de cristão que considero o pior de todos, disparado. É o que mais me aborrece. Tira meu sono. Embrulha meu estômago.
O cristão que mais detesto… sou eu!

Não estou brincando. Detesto muitas coisas em mim. Detesto ser menos do que aquilo que Cristo deseja. Tenho nojo de mim quando digo coisas que não deveria e que são incoerentes com a Palavra de Deus.

Detesto quando, na condição de líder, tomo decisões que magoam as pessoas. Detesto quando minhas atitudes pecaminosas magoam os seguidores de Cristo e afugentam os não-cristãos. Detesto essas coisas que vejo em mim.



Livro: Confissões de um pastor / Editora: Mundo Cristão
Fonte: http://solomon1.com

8º Congresso geração Mais  

Posted by: Iva Toledo

Paul Washer - Uma Palavra aos Jovens (7)  

Posted by: Iva Toledo in , , ,

FUJA DAS PAIXÕES DA MOCIDADE



Em Efésios 6:10-12, você é ordenado a resistir ao diabo. Em Tiago 4:7 há a garantia que se você resistir a ele, ele fugirá de você. Ainda assim, em II Timóteo 2:22 você é ordenado a fugir das paixões da mocidade. É um tanto assombroso ver que você é ordenado a ser forte, resistir e lutbar contra anjos caídos, e ao mesmo tempo, você é ordenado a fugir com medo das paixões da mocidade. Isto demonstra que a paixão da sua carne e a sensualidade desenfreada da sua cultura é mais perigosa do que uma batalha face a face com o diabo.

Eu conheço inúmeros jovens cristãos que demonstraram evidências genuínas de conversão, e ainda assim ao entrar em uma relação com o sexo oposto, eles caíram em imoralidade. Eu sei que eles memorizam as Sagradas Escrituras, oram, e até jejuam para serem puros na sua relação, e mesmo assim eles caíram. Por quê? Porque eles não entenderam que todas as disciplinas espirituais das Sagradas Escrituras não poderiam salvá-los das paixões da juventude. Eles tentavam lutar uma batalha enquanto Deus ordenou eles a fugir. Resumindo: Você não pode ficar sozinho em um relacionamento com uma pessoa do sexo oposto durante um período extenso de tempo sem cair. Por isso, vocês nunca devem ficar sozinhos em uma casa, carro, ou qualquer outro lugar onde a luxúria e os desejos podem ser acesos e o fracasso é certo.


- Paul Washer

Paul Washer - Uma Palavra aos Jovens (6)  

Posted by: Iva Toledo in , , , ,

PROCURE COMPANHEIROS DEVOTOS


. . Correndo o risco de lhe ofender, eu devo dizer que se você for jovem, há provavelmente muitas coisas tolas ainda amarradas em seu coração (Provérbios 22: 15). Se as maiores influências em sua vida são outros jovens como você, então você é um companheiro de tolos e está andan-do um caminho perigoso. As Escrituras ensinam uma verdade que pode salvar vidas, mas que é muitas vezes negligenciada hoje:

“Aquele que anda com os sábios será cada vez mais sábio, mas
o companheiro dos tolos acabará mal.” (Provérbios 13: 20; NVI)

A idéia de um “abismo entre as gerações” nasceu da contracultura sem Deus da dos anos 60 e foi completamente adotada agora pela maior parte de igrejas. A idéia que pessoas jovens têm de estar com outras pessoas jovens é uma direta contradição às Sagradas Escrituras. Embora momentos com outros jovens possam ser tanto agradável como útil, as Sagradas Escrituras ensinam que cristãos jovens têm de estar com os cristãos mais velhos e mais maduros para que eles possam aprender os seus caminhos e evitar as ciladas da juventude e da inexperiência.
. . Segundo as Escrituras, as maiores influências na sua vida devem ser os seus pais, na condição que eles sejam devotos e maduros. Depois deles, é o papel dos anciãos da igreja e de toda congregação adulta modelar a vida cristã para você. Resumindo, você fará bem em rodear-se de homens e mulheres cujo progresso em santificação e serviço a Deus é evidente. Conheça não só os cristãos de nosso tempo, mas também os santos do passado pelos seus escritos e os escritos de outros sobre eles.

- Paul Washer